Este é um dia que se sente nas pernas e que se ganha na cabeça. Cerca de 40 quilómetros, pelos colos de Erosa e Fumaces. No saldo final desce-se mais do que se sobe, mas os joelhos só o sentem a sério passadas várias horas.
Pelo caminho reina o silêncio e o vazio. Há poucos serviços, por isso convém levar água e comida suficientes e partir cedo. O que for preciso, leva-se às costas.
Chega-se a Verín cansado, mas satisfeito. Aqui, o Caminho Português Interior junta-se ao percurso, pelo que, a partir de agora, se caminha com peregrinos vindos de ambos os lados. Há um albergue público. Uma boa refeição é mais do que merecida.