A subida decide o dia. Sai-se de Ponte de Lima com as pernas ainda frescas e, logo a seguir, o caminho começa a subir. São mais de 300 metros sempre a subir. No troço mais íngreme, convém ir devagar, e está bem assim.
No alto, chega-se ao ponto mais elevado do dia. Depois desce-se até Rubiães, uma pequena aldeia onde reina o sossego. Aqui percorre-se o mesmo caminho e passa-se pelos mesmos albergues que os peregrinos do Caminho Português Central, pelo que não se anda sozinho. O dia tem mais de cinco horas de marcha. Convém guardar a pausa longa para depois da subida: estará bem merecida.