As pernas seguem sozinhas, a cabeça pode ir passear. Esta etapa não tem nenhuma montanha a sério e o ponto mais alto fica baixo. Mas as horas vão-se acumulando, cerca de 8 no total. Desce-se mais do que se sobe, e isso só se sente mais tarde, nos joelhos. Por isso, a meio do percurso, convém mesmo parar para descansar sentado.
À medida que se aproxima de Coimbra, há cada vez mais movimento à volta. Aqui começa também o Caminho Português Interior, por Viseu. Quem quiser seguir por aí, desvia-se neste ponto. Quem continua entra na cidade e vê-a surgir: Coimbra, junto ao Mondego, com a antiga universidade no alto da colina. Falta uma última subida por ruas estreitas, ainda com a mochila às costas, e depois já é possível sentar-se.